Porque Jesus deixou o lenço dobrado no túmulo?

24/06/2013 15:19

Porque Jesus deixou o lenço dobrado no túmulo? -

 

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texto adaptado: Rev. Osni Ferreira Benedito

 

O LENÇO tem uma tradição de ser utilizado principalmente em eventos e importantes cerimoniais. Isto é, em variadas funções sociais, quer pela nobreza, classe média ou baixa, pela burguesia, etc. Além de fazer parte de um traje, até sofisticado, é usado como uma combinação no vestuário, também em acontecimentos importantes e formais, como casamentos, funerais, entre outros.

Então, pergun

Porque Jesus dobrou o lenço? Porque Jesus deixou os lençóis no sepulcro depois de sua ressurreição?

Em João 20:7 nos conta que aquele lenço que foi colocado sobre a face de Jesus não foi deixado de lado como os lençóis do túmulo. (LEIA O TEXTO).

Por quê...

 

- VAMOS PENSAR UM POUCO NOS MOMENTOS ANTES DO SEPULCRO:

Imagine você observando os eventos que tomaram lugar na província romana da Judéia. Cruzando o Vale de Cedron, Jesus e Seus discípulos chegam a um dos seus lugares favoritos – o Jardim do Getsêmani. Jo 18:1-2.

Enquanto seus discípulos esperam, Jesus se distância poucos metros para orar. Sua petição ao Pai demonstra uma tensão emocional maior que palavras podem descrever.

Creio que o pensamento de fracassar na missão, sem dúvidas, digo que O levava a uma agonia extrema. “E, posto em agonia, orava mais intensamente”.

Diz a Bíblia que o seu suor tornou-se em grandes gotas de sangue, que corriam até ao chão. Lc 22:44.

Jesus mal acabara de orar quando Judas chega com uma multidão de aproximadamente 150 pessoas armadas de espadas e tochas. ‘Salve, Mestre.’ diz Judas beijando a Jesus - Este era o sinal para os homens prenderem a Cristo.

Tudo aconteceu tão rápido! Jesus foi preso e levado. Em medo e confusão, os apóstolos abandonaram seu Mestre e fugiram.

Nas primeiras horas da manhã, o Sinédrio falsamente acusa a Jesus de blasfêmia. Interesses políticos permeiam a vergonhosa trama jurídica. Assim, depois de abusos físicos e agressões verbais, Jesus é levado ao Gólgota, onde é implacavelmente pregado a duas madeiras de tortura.

Lá esta Ele. Podemos perceber a expressão de angústia em Seu rosto. Jesus sofre uma morte agonizante. Teria sido a maior tragédia da história se a morte de Jesus realmente tivesse acabado com a Sua vida.

Felizmente, isso não ocorreu. Os discípulos foram surpreendidos ao descobrir que Jesus havia levantado da morte. Aleluia.

E neste momento, a única coisa que podemos notar é Maria Madalena, caminhando através da escura madruga em direção ao sepulcro. Mas pasmem – a pedra estava removida!

Num ímpeto mesclado de pavor e ansiedade, Madalena corre até Pedro e João e os notifica sobre a ausência do Mestre na tumba. Sim, os dois correm em direção ao túmulo. Correm em busca de respostas,correm motivados pela emoção, correm em busca do seu Deus.

Ambos correm! Mas não João. João avança como um velocista em busca da medalha olímpica e chega primeiro ao local do sepultamento.

Era demasiada informação para o pequeno coração de João. A angústia da separação na sexta, agora era substituída pela incerteza da ressurreição.

Preste atenção Observe que uma pergunta atormentava o coração:

Extasiado pela ausência de Cristo, uma ambivalência sentimental é desencadeada pelas vívidas lembranças das declarações de Jesus teria meu melhor amigo ressuscitado ou O teriam levado?

E enquanto sua mente fica detida nestas perguntas, seu coração logo enxerga os lençóis de linho que envolvia a Cristo.

E ele simplesmente fica parado.

Contemplando o local e maravilhado pela cena.

Ele não precisa atravessar a abertura na rocha para verificar por meios concretos sobre a realidade do que havia acontecido – sobre a verdade da ressurreição. Não! Ele apenas sabia que Jesus havia ressuscitado! Mas como?

Mesmo Pedro, que sempre apreciou obter soluções racionais e impulsivas, não começou a vasculhar o local em busca de respostas táteis! Ele apenas entrou, e creu!